Testando o Colete K9

Demorou um tempo para encontrar um colete acessível, mas finalmente esta ai, as primeiras impressões dele.
Agora é fazer mais testes e mais vídeos.


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Ampliando Horizontes...

Olá,

Apesar do bloqueio criativo, estamos buscando novas parcerias e pesquisando conteudos interessantes para se explorar.


Agora contamos com apoio mutuo e sólido do blog Preparados Brasil

E tambem no Facebook Preparados Brasil




Até mais =) 


1...2...3....Gravando...



Bem galera, tava ainda pensando sobre o que gravar, mas vou desenvolver isso devagar e bem amador mesmo, pois acredito que combine mais comigo no atual momento onde o tempo é escasso, a medida to tempo e do aprendizado dos vídeos, edições e tudo mais, isso vai começar a melhorar...

Além dos outros hobby’s, gosto de caminhar e explorar lugares abandonados, procurar coisas velhas e pensar sobre aquilo que se encontra então essa vez escolhi o escritório de uma pedreira abandonada, ainda falta uma grande área a cobrir, então é isso, em breve posto mais vídeos.

 Além da emoção da caçada de procurar por objetos perdidos, fico conhecendo recursos como abrigos e outras coisas possíveis para se usar em uma evasão. 
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Tchau =) 

 



Estocando Leite em Pó

O leite em pó é um bom item a ser considerado para armazenagem em suas preparações por ser um alimento desidratado, fácil de fazer, com alguma quantidade de nutrientes essenciais e com prazo de validade relativamente alto quando estocado da forma correta.

O cálculo para estoque varia de acordo com a recomendação de consumo médio que uma pessoa necessita, por dia, durante o período considerado para armazenagem. Com cerca de 16kg de leite em pó estocado, seria em tese possível beber um copo de leite por dia durante um ano. Contudo mães lactantes e crianças pequenas consomem mais leite, além de que algumas receitas demandam leite como ingrediente base, de modo que recomendo ampliar um pouco esse estoque de acordo com as demandas de sua família e especialmente porque a maioria dos leites em pó são muito nutritivos, sendo possível viver apenas com ele por algum período. Isso porque o leite em pó é uma excelente fonte de proteínas, cálcio e nutrição, com uma quantidade de 80 calorias em média. As vitaminas existentes nos leites em pó e no leite normal são comparáveis. Nos leites desnatados são reduzidas as vitaminas A e D e devem ser suplementadas, podendo ser complementados já pelo próprio fabricante. 



A Universidade de Utah recomenda observar algumas coisas no armazenamento de leite em pó, são elas:
·         É melhor comprar leite em pó fortificado com vitaminas A e D. Para estocagem de longo prazo o leite em pó desnatado é recomendado ao leite integral, porque no processo de retirada de gordura também se retira ainda mais água, essencial para a reprodução de microorganismos.
·         O tamanho do recipiente que contêm o leite em pó deverá ser observado, uma vez que o produto após aberto tem o prazo de validade reduzido para algumas semanas ou meses (dependendo do produto). Assim para uma boa compra e armazenamento é recomendado que se observe o consumo de leite semanal da família
·         O tipo de recipiente é importante caso o leite seja armazenado por um período de tempo maior. Ele deve ser a prova de água e impermeável de ar (embalado à vácuo). Filmes plásticos são boas proteções contra o ar para o armazenamento por curtos períodos, mas não caso o leite seja estocado por mais de um ano.
·         Não compre mais leite do que o que você utilizaria em um período de tempo razoável
·         Date todo o leite em pó logo após a compra.


·         Condições de armazenamento: 

Temperatura – A temperatura de armazenamento é o fator mais importante para determinar o período no qual o leite em pó pode ser armazenado e se manter o melhor possível. Os seguintes tempos e temperaturas de armazenamento são para leites em pó desnatados (instantâneos ou normais) em diferentes temperaturas e em embalagens fechadas com nitrogênio ou dióxido de carbono para substituir o ar na embalagem. O tempo de armazenamento será menor para produtos em embalagens de papel ou papelão. 10º C (50ºF no original) – 48meses. 21.2ºC (70ºF original) – 24 meses. 32.2ºC (90º F original) – 3 meses).   

Oxigênio – “Exclua” o oxigênio o máximo possível para diminuir a velocidade de alterações químicas. Leites em pó embalados em recipiente com nitrogênio ou dióxido de carbono para substituir o ar (que contêm oxigênio) se manterão por mais tempo. Embalagens a vácuo retiram o máximo de oxigênio possível (creio ser a melhor opção – opinião pessoal). 

Embalagem – As embalagens não devem permitir a entrada de ar e nem de vapor de água. Embalagens de “papel cartão” e plástico filme não fornecem barreiras tão boas contra o ar como embalagens de latas de metal.  

Umidade – A umidade aumentará a aglomeração do leite e acelerará mudanças desagradáveis no sabor, portanto se o leite não for armazenado em latas deixe-o em lugar seco.  

Luz – Muitos tipos de embalagem fornecem proteção contra a luz. Se o leite em pó for armazenado em outro tipo de recipiente (ex. sacos plástico, jarras de vidro) que não protegem contra a luz, armazene-o em um local escuro. A luz vai acelerar mudanças químicas indesejáveis no sabor e no odor.
·         Após a reconstituição o leite em pó pode ser armazenado sob refrigeração. É recomendável que se utilize os estoques mais antigos primeiro, já que o tempo influencia no sabor. Alterações no sabor podem ser mascaradas utilizando o leite em pó para panificação ou purê de batata, mas não se pode consumir o produto mofado




Se optar por comprar produtos embalados em caixas de papelão ou sacos plásticos é recomendado que seja re-embalado imediatamente para ser estocado. Um método possível para isso é derramar o conteúdo do leite em pó em jarros de conserva de vidro, adicionando um “dissecante” pequeno, compactando para retirar o ar, selando, datando e armazenando em local seco e escuro. Como os jarros de vidro são quebráveis, recomenda-se protegê-los para que não quebrem e como são transparentes devem ser abrigados da luz. A vantagem do vidro em relação a garrafa pet nesse caso deve-se ao fato de ser menos permeável a fatores externos (como odor), facilidade de limpeza e possibilidade de reaproveitamento do mesmo jarro. Frascos grandes podem ser reutilizados, desde que sejam re-selados a vácuo após cada uso ou adicionando absorvedores de oxigênio, que aumentariam a vida útil do leite diminuindo a influência do oxigênio na oxidação. Outra possibilidade seria acondicionar o leite em pó em sacos plásticos adicionando um dissecante e um absorvedor de oxigênio, para depois armazenar esses sacos em outro local de forma a estarem abrigados da luz. Mas a melhor forma de estocagem é com leites em pó embalados à vácuo em latas.

A vida útil do leite em pó corretamente embalado varia de 3 meses a 5 anos. O principal fator é a temperatura de armazenamento, em temperaturas frias esse prazo fica entre 3 e 5 anos. Um estudo demonstrou que o leite em pó armazenado a 32ºC começou a desenvolver alterações de sabor em 6 meses e após 12 meses foi considerado inadequado por provadores experientes. O leite em pó armazenado por 4 anos à 21ºC foi considerado inadequado pelos provadores. E o leite em pó armazenado a 10ºC apresentou alterações mínimas no período de 4 anos.
Os níveis de vitamina são estáveis por 6 meses e começam a declinar minimamente após 18 meses. Não existem dados sobre a redução de vitaminas após um armazenamento de vários anos, mas elas começam a degradar com o tempo, assim como sabor. A maioria dos outros nutrientes (calorias, carboidratos, proteínas e minerais) permanecerá inalterada.




Recomendo ainda entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da marca que queira estocar, perguntando sobre o armazenamento do produto e sobre alguma recomendação especial para estocagem. Aliás, isso deveria ser feito com todos os produtos que pretenda estocar, especialmente se pretende manter estoques para mais de um ano de consumo.

Lembrando que um bom estoque começa com um produto de cada vez, estudando sobre os processos e adequando a compra a seu orçamento. Uma quantidade de comida razoável bem armazenada será muito mais importante para sua sobrevivência e para amenizar possíveis impactos de eventos externos em sua vida do que aquela faca importada.
PS. Como não encontrei nenhum material escrito sobre estocagem de leite em pó em português, fiz uma pesquisa em inglês. As informações contidas aqui são uma filtragem e tradução de informações retiradas dos sites cujos links estão abaixo.

http://extension.usu.edu/files/publications/publication/FN_177.pdf
[http://www.family-survival-planning.com/powdered-milk.html
https://www.usaemergencysupply.com/information_center/food_storage_faq/storing_dry_milk.htm
http://extension.usu.edu/foodstorage/htm/dried-milk

Autossuficiência alimentar e sobrevivencialismo


Esse é meu primeiro texto para o blog depois de ter sido convidado pelo Saulo. A quem agradeço pelo convite e consideração por minhas ideias.

Nos meus textos vou tentar desenvolver assuntos referentes à sustentabilidade – pelo viés do aproveitamento e reutilização de materiais diversos -, botânica – plantas medicinais e plantas alimentícias convencionais e não convencionais -, cuidados e criação de animais (tema no qual devo ainda me aprimorar quando ingressar no curso de veterinária), permacultura e alguns temas pertinentes a conservação, fabricação de alimentos, reviews de livros sobre esses temas. Sempre tentando fazer links e análises com perspectivas sobrevivencialistas. Eventualmente posso escrever sobre outra coisa, mas estes são os temas centrais, aqueles que mais me interessam e sobre os quais dedico alguma parte do meu tempo estudando e praticando. Críticas e considerações serão sempre bem vindas.

Dito isso gostaria de começar meus textos falando sobre um assunto pouco debatido – apesar de ser sempre bem debatido – na comunidade prepper ou nos grupos que participo e observo: a autossuficiência na produção de alimentos.

Na história da humanidade agrupamentos diversos - mesmo nômades e caçadores coletores-  plantaram ou pastorearam rebanhos por muitos milênios antes de podermos comprar comida em mercados. Sendo que para muitos desses povos essas atividades foram tão cruciais que se tornaram sagradas ou bases de sua cultura, vide como os povos Nuer e Dinka do Sudão do Sul lidam com o gado, a relação de culturas ameríndias com o milho e a mandioca, a relação dos Tuareg com os camelos, entre diversos outros exemplos histórico sociais. Não precisamos colocar a produção de comida na base central da cultura prepper, mas ignorar métodos de produção e obtenção de alimentos pode ser um erro grave.



Então porque produzir alimentos e tentar ser autossuficiente na produção de alimentos? Em crises uma das primeiras comodidades modernas abaladas será o comércio, esse assunto é amplamente discutido em comunidades preppers, mas raramente se fala que os estoques de bens podem não durar por todo o período de uma crise pós-SHTF ou serem abalados por algum evento (contaminação, destruição total ou parcial ou mesmo saques).  Ou ainda um caso mais simples e próximos do nosso cotidiano diário dos impactos derivados de crises econômicas: hiperinflação, desemprego, falência de empresas. Em todas essas situações conseguir produzir os próprios alimentos é uma fonte quase 100% segura de sempre ter comida a mesa e manter você, sua família ou mesmo sua célula de articulação central e ainda gerar possíveis moedas de troca de modo a superar mais facilmente as crises.

Muita gente pensa que são necessários grandes espaços para produzir grandes quantidades de comida, mas estão enganadas. Pode-se produzir uma quantidade razoável de comida em um pequeno quintal ou mesmo em um apartamento com sistemas integrados de produção vertical, “telhado verde”, “horta de metro”, pequenos viveiros, criação de peixes em caixa d’água, criação de insetos para alimentação – espero abordar todos esses temas em textos futuros - qualquer pouco será melhor que nada.  Outra possibilidade para quem não dispões de um espaço maior seria plantar em espaços abandonados (canteiros, praças, lotes vagos, beiras de acostamentos de estradas), opção essa que têm tripla função: 1) obter alimentos para você; 2) distrair as pessoas em um possível cenário de crise, já que poderiam utilizar esses locais para obter alimentos deixando sua produção e estoques intactos; 3) promover a integração de comunidade, conhecendo melhor sua vizinhança e ocupando espaços abandonados com atividades úteis a comunidade e não para outros usos – esse terceiro ponto inclusive foi a saída de muitas pequenas comunidades europeias para superar a recente crise. Tudo vai depender de como você gerencia seu espaço e o espaço a sua volta.




Para quem dispõe de áreas rurais como refúgios ou BOLs - mesmo que pequenas - as opções são ainda maiores, permitindo criar animais maiores e que dão maior produção ou mesmo um maior número de animais e expandir a quantidade de espécies cultivadas via sistema de plantio único ou rodízio de culturas. Contudo isso também demanda um dispêndio de tempo maior, com cuidados constantes que não são apenas esporádicos, as atividades de produção rural serão diárias ou com previsões semanais. Sendo contudo uma possibilidade de pré-preparo do terreno para a ocupação quando a crise estourar, mantendo um estoque no mesmo que te supra por um tempo, algumas culturas vegetais que necessitam de menores cuidados – como árvores ou plantas rústicas (plantas alimentícias não convencionais regionais são uma boa pedida, por serem rústicas e adaptadas a diversos terrenos sem interferência humana) e animais mais rústicos que se viram com recursos do próprio terreno – caprinos, algumas espécies ou raças de suínos, algumas de aves e algumas raças de gado – dependendo apenas de cuidados específicos esporádicos (cuidados veterinários e talvez algum equilíbrio de dieta).

Essas alternativas podem lhe dar um grande retorno pessoal em termos de produção de comida, sendo também uma atividade prazerosa, um modo de envolver as crianças nas preparações (a maioria delas adora animais e brincar com terra), um modo de envolver pessoas do núcleo familiar nas preparações, uma forma de se exercitar e fazer atividades físicas e se nada acontecer no final das contas é uma forma de ter comida saudável orgânica na mesa de sua família, um agrado para alguém, um complemento de renda no final do mês ou mesmo uma forma de integrar as pessoas de sua vizinhança fazendo novas amizades, construindo novos laços e melhorando sua vida junto com a de outras pessoas caso queiram aceitar o desafio de construir algo no bairro - lotes vagos são problemas sérios em cidades, principalmente quando não recebem limpezas periódicas sendo focos de mosquitos, ratos, baratas ou mesmo espaços onde são cometidas violências diversas ou ainda refúgio para pessoas que cometeram crimes.


Esse foi um pequeno texto introdutório. Espero poder tratar os itens indicados aqui de forma isolada, com as considerações específicas e a atenção que merecem. Espero ainda que gostem e fiquem a vontade para entrar em contato com críticas ou sugestões." 

Jay, sobrevivencialista e praticante de agricultura urbana 



Airsoft

Nada melhor que se divertir, enquanto se treina em campo aberto.


 

Fiquem com nosso primeiro vídeo, e aguardem novidades =)


Sobreviva!

Alterações e Consequências climáticas...

Há alguns dias, estava tomando café em um padaria. Logo, comecei a fica incomodado com a quantidade de mosquitos “porvinha” . 

 No Brasil, Culicoides paraensis ou C. Furens


Então vamos lá, tomei café rápido e de volta ao trabalho... Passado alguns dias, eu notei que essas pragas, estavam em todos os lugares, no escritório, na chácara, na minha casa, envolta da Sophie e incomodam até na hora de dormir.

É hora da pesquisa, sobre o que andei lendo, são hematófagos, suas picadas são doloridas, além do que transmitem virose oropoche, que faz com que o paciente fique com dores no corpo, febre e fotofobia, e também a doença da Língua Azul, que acomete ovinos e bovinos.

Outro trecho interessante que encontrei “A picada de um “Polvinha” pode resultar em reações alérgicas bem desagradáveis, inclusive se transformando em lesões fibrosas irreversíveis (caroços duros e escurecidos só removíveis por cirurgia).”

Então vamos a primeira pergunta, vocês estão preparados para um mosquito de 2 mm que passa por telas? Vocês imaginam que o único predador de peso contra essa praga, é o frio, só pra lembrar, esse ano não fez frio, nosso clima está todo ferrado.

Algumas medidas para prevenção e combate do mosquito.

  1. Evitar água parada.
  2. Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
  3. Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d` água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
  4. Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
  5. Guardas latas e garrafas emborcadas para não reter água.
  6. Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
  7. Jogar quinzenalmente desinfetantes nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
  8. Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
  9. Não acumular latas, pneus e garrafas.
  10. Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
  11. Manter fossas sépticas em perfeitos estados de conservação e funcionamento.
  12. Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagos ou água que não possa ser drenada.
  13. Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo - os desobstruídos.
  14. Manter permanentemente secos subsolos e garagens.
  15. Não cultivar plantas aquáticas.

O ponto que quero chamar atenção é que devido a todo esse pandemônio climático, não será apenas a falta de água que vai ser obstáculo, como já foi comentado em outros fóruns e blogs, com pouca água, nossas condições de higiene poderiam passar por alterações, ciclos, os excessos de dejetos poderiam forçar a proliferação dessas e outras pragas, entre elas ratos e baratas, praticamente em condições sanitárias, voltaríamos a idade média.


Então, vocês estão preparados?